16 novembro 2010

MODA

Desde muito criança, uns 3 anos de idade, sempre amei moda, sempre amei me vestir, combinar peças e estilos a meu modo, que era diferente, mas bonito, estiloso. Mandava fazer roupas na costureira e adorava ver revistas e sair em busca de tecidos. Minha mãe até achou que talvez eu levasse jeito e me colocou para fazer curso de corte e costura. Durante um ano de curso só aprendi a pregar botão...
E eu que sempre amei moda, looks diferentes, sempre amei me arrumar, depois de uns anos passei a racionalizar que moda era besteira, assim não me arrumava mais e passava despercebida.
Uma pessoa estilosa e bem arrumada chama atenção, ainda mais em uma cidadezinha de interior em uma época que peças diferentes não eram tão acessíveis quanto hoje. E tudo o que eu estava "aprendendo" é que eu devia passar despercebida, porque não podia incomodar os outros. Era como se não tivesse o direito de existir, além da moda ser uma "besteira" minha existência também era. 
Hoje em dia vejo que tudo é comicamente uma bobagem, e como é bom aproveitar e como algumas coisas da infância ficam: ainda amo moda, a meu modo!

6 comentários:

LuZ disse...

Eu amo a sua moda adocica!
beijos

Alyson Daas disse...

hahahah!!!
adocica meu amor!!!

q sodade!!!

Marcel Lucas disse...

Alyson, vi os videos do "happy hour" e gostaria de parabenizá-la. E uma dúvida que tive, se puder me esclarecer, a personagem principal do filme V.I.D.A é você que interpreta?
beijos

Alyson Daas disse...

oi marcel!
valeu querido!
tb fui fuçar no seu blog e amei!!!
e sim sou eu mesma a atriz do filme.
aqui uso pseudonimo pq qdo comecei a escrever, achava mta exposição, tinha vergonha de mim, da minha historia...
hj em dia passou!
bjoka

Marcel Lucas disse...

Eu sei o que quer dizer com sentir vergonha... Eu as vezes sinto também, misturada com um pouco de medo. Vergonha porque, no meu caso, parece que eu fico pior quando as pessoas sabem da doença, eu tendo a me afastar ainda mais. E medo porque hoje em dia na internet quase não existe privacidade mais, ai fico com medo que possa me prejudicar profissionalmente (tal como a menina falou na entrevista do happy hour sobre dizer que já teve ou tem depressão em uma entrevista de emprego). No meu meio profissional e academico isso seria o mesmo que dizer que eu sou inválido. Mas você é fantástica, e acho que se expor da maneira que fizeste só prova quanta coragem você tem e o quão boa você é. É muito dificil vencer nosso próprio preconceito contra a doença, mas se a cura existe (e eu acredito que exista) o primeiro passo é com certeza vencer esse preconceito. No meu caso eu ainda não consegui vencê-lo, mas vendo o seu exemplo acho que agora posso ver uma luz, ainda que bem fraca, no fim do túnel. Parabéns de novo, continue com seu trabalho maravilhoso e muito sucesso em seu caminho. E ah, obrigado por ter visitado meu blog =P.
Beijos

Alyson Daas disse...

marcel,
estamos juntos! espero que essa luz fraca no fim do tunel se torne um holofote! nao tao forte pq mta luz tb cega, né!
cada um no seu tempo...
acredito que essas doenças do seculo XXI (depressão, bipolaridade, etc) são sintomas da nossa sociedade doente. o fato de uma empresa nao se importar com a saude e bem estar de seu funcionario prova como ela é desumana e quer robos para trabalhar, pq somente grana importa. mas tem sido assim durante anos, porem a mudança esta começando, né!
vc vai ficar bem, ficaremos pq tdo é aprendizado e passa, mas vamos sim falar e falar e falar sobre o assunto!
valeu mesmo! é essa troca que me ajuda demais!
e amei seu blog, tenho afinidade com isso: humanizar!
se cuide!
bjoka